Dicas Respiração de Alta Performance

abril 26, 2017 em Boa Forma, Técnicas Corporais

energiaAlém das 3 técnicas que ensinei no último post, só precisa aprimorar a tua respiração com as 2 dicas e o exercício respiratório que vou explicar.

As 2 dicas: 

  1. Sinta mais o toque do ar nas tuas narinas;
  2. A entrada do ar não acontece por uma força feita nas narinas. É a movimentação de músculos (abdominais, intercostais e toráxicos) que faz o alento ir e vir.

O exercício respiratório que te proponho é a respiração completa onde vamos somar o A+B+C (e usar 100% da capacidade pulmonar):

– Inspira pelas narinas dilatando sucessivamente o abdômen, as costelas e o tórax;

– Expira pelas narinas e solta o ar primeiro do tórax, depois das costelas e por último do abdômen;

Simples e poderoso! É o segredo da alta performance…. que para resultar deve aplicar toda a tua capacidade de concentração e coordenação, frequência e persistência.

E agora?

Basta apenas reservar um pouco do teu dia, em todos os teus dias para este treino te levar aos resultados que pretende, quer sejam eles para esportes, estudos ou profissionais.

Aplique estas técnicas!

Quero ver sua evolução e a busca para tornar-se cada vez melhor no teu dia-a-dia. 

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A Respiração de Alta Performance

fevereiro 21, 2017 em Boa Forma, Técnicas Corporais

respiração

É possível perceber através da respiração que você está com ou sem energia, com ou sem ansiedade. 

É capaz de parar agora por 16 segundos e observar o estado da tua respiração?

….5….

…10…

…15…

Como é que ela está?

Eu já sabendo o que seria melhor para ti, gostaria que estivesse com uma respiração silenciosa e longa. Há várias razões para essa conclusão. Mais à frente no artigo explico-te isso. 

Agora, ela está curta? Isso só ocorre quando a respiração está muito focada na parte de cima do corpo, o que a torna naturalmente mais rápida e curta. É provável que até sinta falta de ar de vez em quando… um sinal clássico de que não está a respirar como deveria.

Já alguma vez percebeste da real importância da tua respiração?

A importância

Existem 3 propósitos essenciais da respiração. 

1 – levar mais oxigênio ao sangue (nutrindo as células);

2 – controlar a nossa energia vital;

3 – dominar a mente e as emoções. 

Para compreenderes esta ligação entre a respiração e o pensamento/emoção, basta observares que a tua respiração, quando está ansioso ou irritado, é rápida e superficial. Pelo contrário, nos períodos de repouso e bem-estar a respiração tende a ser mais suave. Certo?

Assim, como o estado mental afeta a respiração, esta inevitavelmente afeta também a mente. Por essa razão, desde tempos imemoriais, que a respiração é utilizada como ponte para os estados meditativos de controle das ondas mentais.

Não gostarias de estar mais atento a cada uma dessas 3 essências e com isso expandir as tuas capacidades orgânicas tanto para o corpo, quanto para as emoções e pensamentos?

Aumentar a consciência 

Para dares os primeiros passos basta treinares os respiratórios que te vou indicar.

Treino A: respiração baixa (abdominal – 60% da capacidade pulmonar)

– Fica sentado ou deitado para que as costas estejam eretas;

– Leva uma das mãos ao abdômen;

– Inspira pelas narinas e projeta o abdômen para fora dilatando-o ao máximo;

– Expira pelas narinas recolhendo o abdômen para dentro;

– Faz de 5 à 10 ciclos.

Treino B: respiração média (30% da capacidade pulmonar)

– Semelhante ao anterior, só que agora leva as mãos ao lado das costelas;

– Mantém o abdômen levemente contraído;

– Inspira pelas narinas e expande as costelas lateralmente para distanciar as mãos uma da outra;

– Expira pelas narinas reaproximando as mãos;

– Atenção: deves movimentar o mínimo possível o abdômen e de preferência diante de um espelho para perceberes se estás a isolar o movimento. 

Treino C: respiração alta (10% da capacidade pulmonar)

– Semelhante aos exercícios anteriores, agora com uma das mãos no tórax;

– Inspira pelas narinas e projeta o tórax para frente e para o alto;

– Expira pelas narinas e esvazia o tórax;

– atenção: deves utilizar apenas o tórax. Mantém o abdômen e as costelas levemente contraídos.

Faz este treino com a duração de 5 minutos na primeira semana e aumenta progressivamente outros 5 minutos até chegar à 4ª semana e com isso um treino completo de 20 minutos. As transformações serão realmente poderosas.

Deixo-te agora uma pergunta final: Você quer realmente usar todo o teu potencial e passar para próximo nível?

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DeROSE Method construindo Homens de Ferro

novembro 5, 2015 em Boa Forma, Técnicas Corporais

O Iron Man Fortaleza 2015 que ocorre no próximo final de semana, dia 8 de novembro de 2015, conta com a participação de alguns triatletas que fazem um trabalho paralelo de alta performance com o DeRose Method.
Uma proposta de qualidade de vida que visa a boa forma, boas maneiras, boa cultura, boa alimentação. Os alunos fazem treinamento de respiração, de concentração e meditação, técnicas que contribuem para a administração do stress e também a gestão emocional.
Na foto Fernando Carvalho na bike, Thiago Gonçalves na natação e Henrique Siqueira na corrida.
Parabéns pela disciplina e sucesso nas provas!

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Um sistema de BOA FORMA

outubro 28, 2015 em Boa Forma, Técnicas Corporais, Técnicas do Método DeRose

Como aprimorar a boa forma corporal de maneira inteligente e que ainda respeite o ritmo biológico de cada praticante? O Método DeRose trabalha o indivíduo de maneira multilateral, e dentre os diferentes tipos de trabalho está a boa forma..

Nosso Método possui mais de 2 mil técnicas orgânicas que desenvolvem no praticante: flexibilidade articular, alongamento muscular, tônus muscular e consciência corporal. Temos diversos grupos de técnicas: anteflexão, retroflexão, lateroflexão, torção, muscular, tração, abertura pélvica, equilíbrio vertebral, que são treinadas em pé, sentadas ou ainda deitadas.

Este conjunto de ferramentas é executado sem repetição, trabalhando a musculatura de maneira isométrica, o que gera ao mesmo tempo flexibilidade e força, além de não desgastar as articulações, e não ter o risco de produzir lesões musculares. Cada praticante se esforça ao máximo, mas sem forçar, que é a nossa regra geral de segurança.

Ao todo possuímos 8 regras gerais de execução:
1. respiração coordenada
2. permanência – máxima ou enquanto puder parar a respiração
3. repetição – nenhuma
4. localização da consciência – sobre a região mais solicitada pela técnica
5. mentalização – sobre a localização da consciência
6. ângulo didático
7. compensação – com técnicas adequadas
8. segurança

No nosso tipo de metodologia não há necessidade de aquecimento muscular. Mas, não se engane, as técnicas são extremamente fortes e muito eficientes no desenvolvimento de força e flexibilidade.

Aos poucos o treinamento condiciona o praticante a desenvolver-se corporalmente, de modo análogo às características de um felino. Destreza, precisão, sutileza e força.

O lado visceral do praticante é bastante exacerbado, tal como a vitalidade e a energia interna.

Gustavo Oliveira
Professor do Método DeRose

(artigo pulicado originalmente no blog da Escola Vila Mariana do Método DeRose)

Saiba mais sobre o tema Boa Forma no site do Método DeRose.

http://metododerose.org/ap/sistema-de-boa-forma.html

Na foto: instrutor Rafael Ramos @rafaramos300

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O sistema alimentar do Método DeRose

dezembro 8, 2014 em Boa Forma, Comportamento e ética, Variedades

Muitas pessoas nos questionam sobre a obrigatoriedade de se adotar um sistema alimentar sem carnes para poder praticar o Método. É mesmo imprescindível que o praticante do Método DeRose seja vegetariano? Vamos analisar isso aqui.

Em primeiro lugar vamos deixar uma coisa muito clara: somos de estirpe matriarcal e, portanto, libertária. Logo não existe obrigatoriedade alguma em nossos procedimentos, sejam eles técnicos ou comportamentais. No entanto, como toda tradição oriental, seguimos uma série de orientações que visam a alta performance, norteada por uma disciplina veemente. Para conciliarmos as duas forças, aparentemente antagônicas, seguimos a célebre máxima da Nossa Cultura:

A liberdade é o nosso bem mais precioso. No caso de ter que confrontá-la com a disciplina, se esta violentar aquela, opte pela liberdade. Mestre DeRose

Isso significa que, se a orientação de abster-se de carnes agride a sua liberdade individual, opte por comer o que você bem entender! Acontece que escolher é excluir! Se a disciplina exige o vegetarianismo como sistema alimentar para se galgar os graus mais adiantados e você optou por continuar comendo carnes, não fique chateado se o seu instrutor não lhe ensinar as técnicas mais poderosas ou não lhe convidar para os eventos e cursos reservados aos graus superiores. Obviamente você poderá continuar praticando as técnicas apropriadas ao seu nível de comprometimento sem problema algum.

Ao praticante dedicado que fez sua escolha por abster-se de carnes, o instrutor lhe reserva todo um vasto conjunto de técnicas e conceitos que ele poderá metabolizar sem prejuízos para a sua saúde. Seria uma irresponsabilidade por parte do seu instrutor lhe ensinar técnicas adiantadas antes que o sistema energético do praticante estivesse completamente livre das toxinas presentes nas carnes. Esse é um importante detalhe técnico.

No final das contas é tudo uma questão de maturidade. Faça as suas escolhas na vida avaliando com a maior lucidez possível os prós e contras. Depois assuma as consequências delas. Se você achar que escolheu errado, sempre há tempo de mudar! Se achar que escolheu corretamente, persista! Se para você for muito difícil eliminar as carnes do prato, experimente apenas por um curto período e veja como você se sente. Quem sabe o que pode acontecer!?

Boa saúde e boas práticas!

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As técnicas orgânicas do Método DeRose

dezembro 2, 2014 em Boa Forma, Técnicas Corporais, Técnicas do Método DeRose

Algo muito importante e interessante ao executar as técnicas orgânicas do Método DeRose é que cada posição exige um determinado tipo de respiração, um particular estado de consciência e um característico estado mental. Isso significa que podemos dividir o procedimento orgânico em três fatores (posição do corpo, respiração e atitude interior). Esses fatores devem ser incorporados à posição corporal tornando-a um verdadeiro procedimento orgânico! Sem eles, a posição deixa de ser uma técnica milenar e torna-se um simples exercício físico. Tenha sempre em mente que o procedimento orgânico utiliza o corpo, mas não é uma técnica exclusivamente corporal.

Para ser técnica orgânica autêntica e de acordo com a proposta milenar, a técnica deve visar o autoconhecimento e por meio deste promover evolução pessoal. É aqui que o praticante embarca na busca rumo ao centro do seu ser, muito antes de Sigmund Freud, Alfred Adler, Carl Jung e outros psicólogos famosos pela busca do autoconhecimento, o Yôga Antigo já o fazia. Por meio das técnicas orgânicas é possível compreender o corpo e assim integrá-lo com a respiração e com a mente. Para um praticante desta filosofia antiga, as técnicas orgânicas são um verdadeiro laboratório que utilizam o corpo como um campo de experimentação, vivência e pesquisa permanente.

A finalidade principal de um procedimento corporal é sempre de natureza mental, sendo assim, todo procedimento orgânico é como uma porta que permite ao praticante estender a consciência gerando autoconhecimento além de sua rotineira limitação física. É isso que realmente separa e distingue os técnicas corporais milenares de qualquer atividade física. A expansão da consciência é o objetivo, é a essência, a finalidade das técnicas orgânicas do Método DeRose

É essa essência que muitas escolas e livros que ensinam métodos ditos Antigos e milenares não agregam, pois em sua maioria os ensinamentos professados visam terapia, maior rendimento físico e estética. O praticante deve ter bem definido que realizar técnicas corporais regularmente produz efeitos extraordinários em termos de boa forma, flexibilidade, tônus muscular, equilíbrio de peso e saúde, mas o objetivo não é esse. Pode até ser um ponto de partida, mas jamais será o fim. As técnicas corporais, as técnicas respiratórias, as técnicas de concentração e meditação, bem como os conceitos do Método DeRose tem como objetivo galgar novos níveis de consciência.

Escrito por Malachini Dias, diretor da unidade Cabral do Método DeRose em Curitiba.

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O poder da mentalização para alta performance no esporte

agosto 28, 2014 em Boa Forma, Técnicas do Método DeRose, Variedades

Atualmente, a área esportiva é uma das que mais documenta a utilização do recurso da mentalização, pois é adotada pelos técnicos, treinadores, psicólogos e demais profissionais das equipes, cada um com seu método, para garantir a alta performance técnica dos esportistas. O uso de recursos de mentalização faz parte do trabalho que é realizado com eles durante os treinos, no momento da competição e até depois, para equalizar estados emocionais provenientes de uma derrota, da euforia da vitória ou resultante de um esforço excessivo.

No artigo “Preparação psicológica de lutadores: mentalização”, publicado na Tatame – A Revista do Lutador, o autor Leandro Paiva descreve que “numa luta de Jiu-Jítsu, Submission, Grappling e Vale-Tudo, as decisões são tomadas em frações de segundo e a obsessão seguida de lerdeza de raciocínio pode custar caro ao atleta. Muitas vezes para ganhar um combate, o lutador, além de ser mais técnico e forte, deve ser também mais inteligente e fazer uso da agilidade mental para descobrir os erros de seu oponente e utilizar isto a seu favor antes do término da luta. Alguns atletas campeões de alto nível, como Bibiano Fernandes e Ronaldo Jacaré, na situação que precede alguns treinos e principalmente na competição, costumam imaginar os movimentos que executarão, repetindo algumas vezes essa representação mental, chegando até em alguns casos a dividi-los em partes, dentro de uma sequência correta tecnicamente.”, descreveu. Ao finalizar o artigo ele destaca que “a mentalização ou visualização de imagens (Treinamento Mental) não substitui a prática técnica e por si só não garante o sucesso da performance. O treinamento prático, a princípio, é superior ao Treinamento Mental, mas a combinação dos dois conduz a melhores resultados”, concluiu.

mentalizacao

Laurent Olivier Abes, que é professor de tênis há 11 anos, sendo licenciado em Educação Física pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), mestre em Psicologia pela UFSC, membro do Núcleo de Estudos em Tênis de Campo (NETEC) da UFSC e membro do Laboratório de Neurociências do Esporte e Exercício (LANESPE) da UFSC, também defende a utilização do recurso da mentalização. Segundo ele, no âmbito esportivo, a mentalização vem sendo sistematicamente estudada há apenas duas décadas, no entanto vários atletas famosos já usaram algum tipo de mentalização para melhorar a sua performance. Como exemplos ele cita: Jack Nicklaus (golfe), Jean Claude Killy (esqui), Dwight Stones (salto em altura) e Chris Evert (tênis). Ele descreve que “há vários fatores que parecem determinar o quanto a mentalização pode melhorar o desempenho e deve-se estar sempre ciente deles. Em primeiro lugar, considera-se a natureza da tarefa, pois atividades envolvendo componentes cognitivos (percepção, tomada de decisão, etc.), se beneficiam mais da mentalização. O segundo aspecto leva em conta o nível de habilidade do indivíduo. Um terceiro ponto importante a ser considerado é a capacidade de mentalização do indivíduo, isto é, conseguir criar imagens nítidas e ter controle sobre elas”, enumera. Abes também concorda que a mentalização não substitui a ação, mas a complementa. “A mentalização não deve substituir o treinamento técnico ou físico e, sim, ser acrescentado a eles, exceto em caso de atletas lesionados ou desgastado demais”, conclui.

No Método DeRose, Escola de Alta Performance e Qualidade de Vida, a mentalização é utilizada como recurso há mais de cinquenta anos e pode auxiliar o trabalho que é realizado pelos esportistas, uma vez que desenvolve e incentiva a capacidade de mentalizar. Nas técnicas corporais, respiratórias e de purificação orgânica, por exemplo, a mentalização é responsável por pelo menos 80% dos resultados obtidos pelo praticante. A aula prática é dividida em oito partes e dura em média uma hora, ou seja, o aluno passa uma hora inteira exercitando a mentalização associada a práticas (ações efetivas). Cada parte da aula é somada a outra complementando a seguinte. A prática, então, proporciona um aumento inigualável na capacidade de concentração, vitalidade, grande flexibilidade, alongamento e fortalecimento muscular, trazendo resultados positivos para a coluna vertebral e os sistemas nervoso, endócrino, respiratório, circulatório, etc.

Ainda falando em técnicas corporais do Método DeRose, a mentalização também auxilia os apresentadores das sequências encadeadas. Semelhante ao trabalho feito com atletas e desportistas, o demonstrador procura um local onde possa repassar mentalmente sua sequência, para o lado direito e depois para o esquerdo, encadeando as técnicas e observando todos os detalhes possíveis: movimento corporal, respiratórios, passagem de uma técnica para outra, estado emocional, interação com o público, etc. Este exercício também não substitui o treino diário, mas possibilita um aprimoramento sem gerar desgaste físico, reduzindo seu tempo de aprendizado e maior habilidade na execução propriamente dita. Além disso, ele estará também treinando concentração, tão necessária para atletas de qualquer modalidade.

O Preceptor DeRose propõe uma experiência simples, mas que comprova a influência da mentalização sobre o nosso organismo. Consiste em sentar-se de forma confortável e colocar as duas mãos uma ao lado da outra sobre uma mesa ou sobre os joelhos. Então, estando as mãos no mesmo nível e em ambiente com a mesma temperatura e demais condições, leve a atenção para a uma delas somente e procure prestar muita atenção, sem movimentá-la. Simplesmente feche os olhos e procure percebê-la com muita ênfase e concentração durante aproximadamente cinco minutos. Passado este tempo, ao abrir os olhos verá que esta mão assumiu outra coloração, podendo até ter uma elevação de temperatura. Este experimento comprova nossa capacidade de gerenciar o próprio corpo e alcançar resultados incríveis com o tempo e um pouco de treino.

Texto escrito pela aluna graduada Fabíula Blum.
Fonte: http://derosealtodaxv.org.br/blog/o-recurso-da-mentalizacao-para-alta-performance-no-esporte-2

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APRIMORE SEU TREINAMENTO DE TRIATHLON PRATICANDO O MÉTODO DeROSE

abril 18, 2014 em Boa Forma

Aprimore seu treinamento de Triathlon praticando o Método DeRose

Quando alguém menciona que se dedica ao triathlon, imediatamente percebe em seu interlocutor um misto de espanto e admiração, muitas vezes seguido por interjeições sobre a loucura de acordar às madrugadas para pedalar, sair da cama numa manhã gelada para se jogar numa piscina ou correr horas a fio sob um sol escaldante. Por trás desse aparente exagero do triatleta, há na verdade um grau de comprometimento com seu esporte que dificilmente será compreendido por quem não se dedica na mesma intensidade a alguma outra atividade. O triatleta encara seu esporte não como mero hobby, mas como forma de estar no mundo, pautada pelo amor a uma vida saudável e vital, pela valorização da disciplina e do esforço e pela constante busca pela autossuperação.

Esses valores, coincidentemente, são muito semelhantes àqueles professados pelos praticantes do Método DeRose. Como um conjunto de conceitos e técnicas que procuram despertar o máximo potencial de quem a ele se dedica, o Método DeRose induz os seus praticantes a um constante esforço sobre si próprio, a um aprimoramento que vai muito além do aumento da força, flexibilidade e consciência corporal do indivíduo, mas que o leva também a uma percepção mais ampla de suas emoções, pensamentos e outros aspectos mais sutis da personalidade – conduzindo, no fim das contas, ao auto-conhecimento.

Em razão dessa semelhança de propósitos, as ferramentas do arsenal do Método DeRose são de grande valia para o triatleta, seja ele um mero iniciante, seja ele um atleta de elite que está em busca daquela arma secreta que fará a diferença entre ele e seu colega que tem o mesmo talento para o esporte e que se dedica com a mesma intensidade aos treinos. Seria impossível descrever aqui todo o impacto positivo que o Método pode ter, mas destacamos abaixo algumas técnicas que são desenvolvidas na prática básica do Método DeRose, e seu efeito sobre o atleta.

RESPIRAÇÃO

O Método DeRose promove um intenso trabalho de reeducação respiratória. Além de aprender a utilizar melhor toda sua capacidade pulmonar e expandi-la, o praticante descobre como respirar de forma a maximizar a quantidade de energia que absorve pela respiração. O ser humano, em situações limite, pode passar alguns dias sem comida e um par de dias sem água – mas não aguentamos mais do que alguns minutos sem respirar. Oxigênio é nosso principal combustível. O atleta pode melhorar seu rendimento aprimorando sua alimentação e hidratação, mas desperdiça um enorme potencial de aumento de desempenho se não se dedica a aperfeiçoar a forma como respira.

O praticante descobre, também, a relação direta que existe entre respiração e estados emocionais e mentais, e aprende a tomar as rédeas desse processo. Quando estamos descontraídos, a respiração é mais longa e os batimentos cardíacos são mais lentos. Ao contrário, quando estamos tensionados, a respiração é curta e os batimentos são mais rápidos. Normalmente, somos escravos dessa estrutura. Com as técnicas do Método DeRose, no entanto, passamos a agir de forma consciente para reproduzir esse mecanismo no sentido inverso – aceleramos a respiração para aumentar os batimentos e o estado de alerta, e diminuímos seu ritmo para reduzir os batimentos e a ansiedade. Nem é preciso dizer que isso é de grande valia para o triatleta, que poderá atuar de maneira eficaz para reduzir a ansiedade antes de uma prova, diminuindo o ritmo respiratório, ou acelerar a respiração para alcançar aquele estado de atenção em que o corpo fica pronto para responder com o máximo de sua performance.

TÉCNICAS CORPORAIS

As técnicas corporais utilizadas na prática trabalham de forma inteligente a força e a flexibilidade do praticante, proporcionado um sensível aumento do tônus muscular e reforço das articulações, e consequentemente reduzindo o risco de lesões. O praticante desenvolve, ainda, uma profunda consciência corporal, aprimorando a sua movimentação como um todo e entendendo e respeitando os sinais do corpo. Esse é um ativo valiosíssimo para o atleta de alta performance, que precisa de uma aguda percepção do que ocorre em seu interior para explorar ao máximo seu potencial sem se exceder.

Outro fator interessante é que na vivência das técnicas corporais enfatiza-se a permanência máxima em cada posição, em detrimento da repetição, que ocorre só em casos de exceção. A permanência mais longa permite que o corpo encontre o encaixe da técnica e explore seus efeitos mais profundos. Nas técnicas que trabalham força muscular, ressalta-se a questão da autossuperação – para permanecer até o fim do tempo indicado, muitas vezes o praticante é obrigado a recorrer não apenas a seus recursos físicos, mas também a toda a sua força emocional e mental. Assim, muitas vezes em 2 ou 3 minutos em uma técnica o praticante enfrenta um desafio análogo ao “muro” encontrado por maratonistas e triatletas em algumas provas, quando só não se desiste por pura determinação. Com o passar dos meses e anos, o praticante se familiariza com esse momento, e até descobre como encontrar conforto numa situação limite. A aplicação desse condicionamento emocional e mental aos esportes de endurance é direta, e se torna muito mais forte aquela “voz” na cabeça do atleta que diz que ele consegue ir até o fim.

DESCONTRAÇÃO

O Método DeRose contém, em sua prática básica, um setor dedicado à descontração. Como nas outras técnicas, seus efeitos se fazem sentir muito além do mero descanso – por sinal, superlativo – da musculatura e do corpo físico, mas atingem também as emoções e pensamentos do praticante. Como resultado, acelera-se enormemente o processo de recuperação dos picos de stress a que submetemos nosso corpo e nosso psiquismo, sejam em decorrência de um treino forte ou de um dia complicado no trabalho. Além disso, processa-se no praticante uma verdadeira reorganização interna, permitindo que ele identifique com clareza aquilo que é ou não importante em sua vida. Está preparado, assim, o campo para a mentalização. – Mentalização. A mentalização consiste em criar arquétipos mentais daquilo que queremos ver realizado também no plano físico. Diversos estudos já demonstraram que o cérebro estabelece pequena distinção entre aquilo que é visto pelos olhos e aquilo que é imaginado. Durante a mentalização, criamos em nossa mente um filme mostrando nosso objetivo sendo concretizado. Com o tempo e a repetição, o psiquismo e o próprio corpo físico passam a reconhecer aquele arquétipo como algo real. O triatleta, geralmente pautado por objetivos concretos, ganha um poderoso aditivo para alcançá-los: dia após dia, cada célula de seu corpo receberá a mensagem de que a meta será alcançada. Na hora de serem colocados à prova, o corpo, a cabeça e o coração não terão dúvidas: já viram aquele filme centenas de vezes, e ele sempre tem o melhor final possível.

CONCENTRAÇÃO E MEDITAÇÃO

Como sabemos, a distância entre alcançar ou não aquilo a que nos propomos pode ser resumida em uma palavra: foco. O Método DeRose desenvolve de maneira superlativa a capacidade de concentração, que nos permite não apenas executar da melhor maneira a tarefa empreendida, mas também a manter-se no trilho quando buscamos objetivos de médio e longo prazo. O estado de meditação, por sua vez, pode ser descrito como um estado de supraconsciência, em que a vivência do momento presente é tão intensa que é como se o observador, o objeto observado e o ato de observar se fundissem em um só. Encontram-se relatos de atletas de diferentes tipos de modalidade a respeito de estados semelhantes: um ponto em que tudo se encaixa, não há mais esforço, e sobrevém uma sensação de felicidade plena. É essa a zona que todo atleta busca, o momento em que todo nosso potencial vem à tona, simplesmente porque paramos de pensar e permitimos a integração do eu com o que nos cerca.

Feita essa breve explicação, há um elemento em comum que resulta de todos esses diferentes processos: o autoconhecimento. A percepção profunda de si mesmo é fonte não apenas de excelência nos esportes, mas também de êxito no trabalho, nos relacionamentos e na construção de uma vida mais plena, realizada, descomplicada. O Método DeRose proporciona ferramentas únicas para que alcancemos esse que é, em última essência, o desejo maior de cada um de nós: ser feliz.

Nade, pedale e corra – mas também respire, alongue, fortaleça, descontraia, mentalize, se concentre e medite – *Kona é o limite!

Instrutor Bruno Sousa
Unidade Leblon do Método DeRose

*Kona, no Hawaii, é a sede do campeonato mundial do Ironman.

(artigo pulicado originalmente no site da Escola Leblon do Método DeRose)

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Dicas de alimentação

abril 18, 2014 em Boa Forma, Variedades

Dicas de alimentação

1. Mastigação

A mastigação é o exercício perfeito para se atingir uma alimentação saudável. Sua influência em nossa saúde é muito maior do que podemos imaginar. Iniciando a função digestiva: quando mastigamos os sólidos até serem transformados em líquidos, as partículas de alimento são bem misturadas com a saliva, que contém uma enzima (Ptialina) responsável pela digestão dos alimentos, principalmente os amiláceos (arroz, batata, feijões e cereais diversos).
Se não mastigamos bem, dificultamos a digestão, causando fermentações, azia e gases. E se o alimento é bem ensalivado, não sentimos necessidade de bebermos líquidos nas refeições.
Ao triturarmos bem os alimentos evitamos um trabalho excessivo do estômago e a fermentação gástrica que forma toxinas em nosso organismo.
Para a saúde dos dentes, a mastigação é importantíssima, proporcionando um massageamento em suas raízes e gengivas, fortalecendo-os, irrigando-os de sangue, reduzindo a propensão às inflamações e sangramento das gengivas. Se não utilizamos devidamente os dentes, estes perdem sua função e enfraquecem.
Para a quantidade de alimentos ingeridos, a mastigação também nos serve como um medidor, pois no processo de mastigação o corpo vai recebendo avisos e se preparando quimicamente para a assimilação dos nutrientes, até o momento em que a mastigação nos dá sinais de suficiência e apetite saciado, sem enchermos o estômago. Precisamos deixar um espaço neste órgão para que ele posa movimentar-se, liberando o suco gástrico e misturando-o com a comida. Nunca devemos enchê-lo totalmente! Se mastigamos pacientemente, sabemos exatamente a quantidade suficiente para o organismo, sem sobrecarregá-lo com os excessos.
E quando comemos muito rápido, engolindo a comida, o ponto de satisfação é com o estômago bem cheio e às vezes até dolorido de tão dilatado. Engolindo pedaços grandes de comida, damos maior trabalho ao estômago, além de não prepará-lo bioquimicamente para a ação digestiva.
Falemos agora do paladar, sentido através do qual tomamos consciência do que ingerimos e que está intimamente ligado ao nosso instinto de sobrevivência. O paladar é importantíssimo para selecionarmos do meio em que vivemos o que é importante ou não para que nosso organismo funcione com harmonia. Por esse motivo o gosto deve ser muito percebido e o alimento bem saboreado, até a última partícula. E para sentirmos o paladar, a mastigação tem aqui outro papel importantíssimo: mastigando com tranqüilidade, identificamos o sabor de cada alimento e pela nossa sensibilidade poderemos reconhecer a função das hortaliças, cereais, frutas e ervas em nosso organismo. Pelo gosto, o estômago e os intestinos começam a liberar enzimas para a digestão. Mas existem alguns fatores que nos impedem de cumprir corretamente esta função: ansiedade, tensão, preocupação, correria. E para praticarmos tudo o que foi colocado até aqui, necessitamos de autocontrole; de nos acalmarmos alguns instantes e exercitarmos a paciência comendo com tranqüilidade. Nos primeiros dias é difícil, mas com o tempo o hábito é adquirido e desenvolvido de forma que com a prática passa a ser algo natural e espontâneo.
Cada vez que comemos algo, procuremos mastigar com calma, saboreando, até transformarmos o sólido em líquido, só engolindo quando não sobrar qualquer partícula de alimento.
Vale mais a pena comer pouca comida bem mastigada do que engolir a dose que estamos habituados diariamente, porque só engolindo, uma boa parte do alimento não é aproveitada, o que é um desperdício, sem falar nas fermentações que são causadas pela má digestão, produzindo toxinas e gases.
Escolha um horário em que tenha mais tempo, coma com calma! Mastigar também é um exercício de autocontrole e concentração, que por sua vez reduz nossas ansiedades causadas pelo sistema de vida que levamos.
E lembre-se: os líquidos também devem ser misturados com a saliva. Esta simples atenção com a mastigação, modifica totalmente o rumo dos hábitos alimentares.

2. Comer somente quando tiver fome

A fome é um aviso do corpo de que é o momento e de que este está preparado para o trabalho digestivo. O paladar fica mais aguçado!

3. A quantidade altera a qualidade


É importante sairmos da mesa com um pouco de fome e nunca com o estômago totalmente cheio. Quando se inicia o processo digestivo, o restinho de fome desaparece. Quando comemos em excesso são produzidas fermentações no estômago e intestinos, intoxicando o corpo.

4. Não beber líquido nas refeições

Se ensalivarmos bem o alimento, não precisamos ingerir líquidos que diluem o suco gástrico, prejudicando a digestão.

5. Comer com tranqüilidade


Evitar preocupações, tensões, discussões, brigas, etc., pois paralisam o sistema digestivo.

6. Postura correta: coluna ereta

Se a coluna vertebral está encurvada, devido às poltronas “confortáveis”, macias, ou a uma má postura adquirida, é produzida uma alteração no tubo digestivo, fazendo com que saia de sua colocação correta. O estômago é pressionado, dificultando dessa forma seu trabalho, detendo a comida mais tempo no órgão.
Com a coluna ereta’os órgãos da digestão são colocados na posição correta e natural, facilitando a atuação da força da gravidade em puxar a comida para baixo para que esta complete seu trajeto.

7. Não ingerir alimentos excessivamente quentes ou gelados


Estes só começarão a ser digeridos quando atingirem a temperatura do organismo, o que pode atrasar a digestão de outros alimentos que já estavam no estômago. Devemos fazer com que estes atinjam a temperatura ideal, quando ainda estiverem na boca, misturando-os bem com a saliva.

8. Dormir com o estômago vazio

O sono é o momento de total descanso de todo o corpo e é a hora de recuperarmos as energias gastas durante o dia. Se vamos dormir fazendo ainda a digestão, algumas horas de sono serão utilizadas com o trabalho digestivo, o que não permite que relaxemos totalmente à noite e o sono não será recuperador por completo, motivo pelo qual muitas vezes temos dificuldade em acordar de manhã cedo.
Quem tem o hábito de fazer um jantar bem farto, pode até acordar no dia seguinte com alimentos sendo digeridos no estômago, pois enquanto dormimos a digestão é muito lenta. Se passamos o período de sono digerindo, as duas coisas serão muito malfeitas: o ato de dormir, pois o corpo não descansará, e o ato de digerir, pois não é momento para isso. Enquanto que se dormirmos com o estômago vazio e tomarmos somente uma infusão de ervas com mel (chá preto não) antes de dormir, o sono é perfeitamente recuperador e muitas vezes dormimos menos horas do que estamos habituados pelo fato de o relaxamento ser perfeito e restaurador. A outra vantagem é acordarmos com apetite no dia seguinte, nos habituando a fazer um desjejum bem completo.

Extraído do livro Alimentação Light, de Castro, Rosangela. Pág. 19-28. São Paulo. Ed. Ícone. 1998.

 

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Você sabe respirar?

abril 14, 2014 em Boa Forma, Técnicas Corporais

 

Quando começamos a fazer um treinamento que nos exige atenção em como respiramos, percebemos quão precário o fazemos no dia a dia. Nem sabemos que existem quatro etapas no ato de respirar. Também, não conhecemos as alterações que ocorrem quando as nossas emoções variam de qualidade.

As técnicas respiratórias ensinadas no Método DeRose são ferramentas eficientes para levar maior volume de energia ao corpo, para administrar as emoções. O resultado é um ganho de vitalidade, autocontrole e produtividade. Se aplicar as nossas técnicas em atividades específicas como, por exemplo, nos esportes, o seu desempenho se torna superior.

Aprenda a respirar no Método DeRose Jardins!

www.metododerosejardins.com.br

 

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